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Contabilidade de Custos e Sublimação

Contabilidade de Custos e Sublimação

Contabilidade de Custos e Sublimação

Uma das preocupações dos pequenos, médios e grandes empresários é a questão dos custos na empresa e neste Artigo vamos falar como obter esse controle.

Com o aumento da produtividade, o aumento da competitividade e número de concorrentes, uma das questões que se coloca como essencial é a gestão de custos.

Mas para isso é importante saber o que compõe custos na sua empresa.

A literatura de custos classifica os desembolsos na empresa, em custos, despesas e investimentos.

Custos seria tudo aquilo que esta relacionado com o produto ou o serviço prestado pela empresa, em nosso caso específico uma caneca sublimada, seria custos a mão de obra aplicada na caneca, a própria caneca e o papel utilizado na aplicação da caneca.

Despesas são todos os gastos que ocorrem e que não estão relacionados ao produto ou serviço prestado. Como exemplo, o aluguel do imóvel onde esta funcionando a empresa.

E, por fim teríamos os Investimentos que são necessários para que ocorra a produção do bem ou serviço oferecido: em nosso caso seria a impressora para a sublimação.

O importante no caso dos custos é fazer estas separações de conceitos e ir acompanhando mensalmente a evolução de preços durante o ano e ir tomando decisões de acordo com as informações levantadas, buscando maximizar o recursos que existe dentro da empresa, e seguindo a minimização dos custos.

 

Contabilidade de Custos e Sublimação

Créditos da Imagem – http://www.patrus.com.br

Como podemos Classificar os Custos

Ainda podemos classificar os custos como diretos e indiretos, onde custos diretos são os custos que estão diretamente relacionados com o bem ou serviço prestado pela empresa, por definição da contabilidade de custos, seria a mão de obra direta e a matéria prima, ou seja o sublimador e a caneca, as tintas e os papéis.

Os custos indiretos seriam por exemplo o supervisor no caso de uma produção em série de canecas sublimadas, numa empresa que tem uma encomenda mensal super elevada e que requeira um supervisor de qualidade para trabalhar na asseguração da qualidade dos produtos.

Ocorre que este supervisor não atua diretamente no produto, e sim indiretamente, pois ele apena avalia os produtos que são produzidos.

E, temos a classificação também em função da quantidade produzida, e levando isto em consideração poderíamos ter Custo Fixo e Custo Variável, onde o chamado custo fixo seria aquele que não varia em função da quantidade produzida, a exemplo: o aluguel, se produzirmos uma única unidade teríamos o custo igual a produção de um milhão de unidades.

Já o custo variável é aquele que varia em função da quantidade produzida, ou seja matéria prima, pois se sublimarmos uma única caneca, os custos seriam os relativos a uma caneca e se produzíssemos um milhão de canecas, os custos iriam acompanhar a quantidade produzida.

Vale lembrar que este artigo não busca extinguir o assunto sobre a questão da Gestão de Custos na Empresa, pois ainda poderíamos falar a respeito da questão da gestão financeira, da gestão de marketing do produto ou dos estilos de gestão de custos que poderíamos adotar dependendo do tamanho da empresa.

Mas, com estes princípios básicos, você, empreendedor conseguirá as informações básicas para auxiliá-lo na tomada de decisão em sua empresa.

Sucesso nos negócios.

Ricardo Aparecido Tanaka – Economista e Contador

ricardo-tanaka-gestao-de-custosGraduado em Ciências Econômicas pelo FECAP(1990) e pós graduado em Controladoria e Contabilidade também pela FECAP (1993). Pós graduado MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (2005) e fez curso de extensão em Empreendedorismo Corporativo realizado em Babson College no mesmo ano. Graduado em Ciências Contábeis pela FECAP em (2008).

Atualmente é Mestrando em Controladoria e Contabilidade pela FECAP e professor de graduação no curso de Ciências Contábeis na UNINOVE e professor de pós graduação na Universidade Anhembi Morumbi nos cursos de pós graduação nas áreas de Contabilidade, Educação e Negócios e MBA em Planejamento Tributário.

Foi coordenador do Curso de Ciências Contábeis do Centro Universitário São Camilo nos anos de 2013/2015, onde lecionou na graduação do curso de Administração; foi professor nas Faculdades Anhanguera de Guarulhos, Faculdades das Américas, Faculdades Integradas Paulista, Faculdades Integradas Torricelli e Faculdade Paschoal Dantas.

Foi professor EAD na Anhembi Morumbi e nas Faculdades Anhanguera. No mundo corporativo trabalhou em pequenas, médias e grandes empresas tais como Grupo Femsa, Copagaz, Natura, Honda, Fundação de Rotarianos de São Paulo , Servimex Logística, Health Tech, UNIFESP/GRAACC, Hexakron Equipamentos Industriais Ltda. Atualmente consultor da Tanaka Consulting e perito econômico e contábil em processos judiciais.

Contatos:
E-mail[email protected]
WhatsApp: (11) 99271-9573

Últimos comentários
  • Gostei muito do artigo, pois esse é um dos problemas com os quais eu tenho que lutar diariamente, espero que venha a encontrar outros artigos que possam me auxiliar nessa terefa. obrigado por tudo

  • Nilton, como sempre você tira qualquer dúvida…parabens

  • Muito bom o artigo!

    Acho que seria bacana comentar também o papel da energia elétrica nos custos, pois no caso da sublimação, a energia está diretamente relacionada à produção.

    Outro aspecto importante, seria o controle dos custos ao longo do ano. O professor Ricardo Tanaka poderia disponibilizar uma planilha-modelo para o Portal Sublimático.

  • Boa Tar Nilton!
    Achei muito interessante as dicas do economista Ricardo Tanaka, porém além de concordar com o Anselmo sobre gastos com energia elétrica, e principalmente, sobre a disponibilização de uma planilha modelo, também acho viável que ele nos sugira uma maneira de incluir o custo de mão de obra, já que este eu considero um pouco complicado, e não gostaria de fazer de maneira aleatória .
    Obrigada pela atenção,
    Abçs.

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